sábado, 31 de julho de 2021

047 POSICIONAMENTO

Esta palavra do Senhor veio a mim: Filho do homem, se uma nação pecar contra mim por infidelidade, estenderei contra ela o meu braço para cortar o seu sustento, enviar fome sobre ela e exterminar seus homens e animais. Mesmo que estes três homens – Noé, Daniel e Jó – estivessem nela, por sua retidão eles só poderiam livrar a si mesmos. Palavra do Soberano, o Senhor. Ou, se eu enviar animais selvagens para aquela nação e eles a deixarem sem filhos e ela for abandonada de tal forma que ninguém passe por ela com medo dos animais, juro pela minha vida, palavra do Soberano, o Senhor, mesmo que aqueles três homens estivessem nela, eles não poderiam livrar os seus próprios filhos ou filhas. Só a si mesmos livrariam, e a nação seria arrasada. Ou, se eu trouxer a espada contra aquela nação e disser: Que a espada passe por toda esta terra, e eu exterminar dela os homens e os animais, juro pela minha vida, palavra do Soberano, o Senhor, mesmo que aqueles três homens estivessem nela, eles não poderiam livrar seus próprios filhos ou filhas. Somente eles se livrariam. Ou, se eu enviar uma peste contra aquela terra e despejar sobre ela a minha ira derramando sangue, exterminando seus homens e seus animais, juro pela minha vida, palavra do Soberano, o Senhor, mesmo que Noé, Daniel e Jó estivessem nela, eles não poderiam livrar seus filhos e suas filhas. Por sua justiça só poderiam livrar a si mesmos. (Ezequiel 14:12-20)

Em minha jornada de aprendizado sobre as coisas do Reino, o profeta Daniel apareceu em três momentos bem distintos, meio que acompanhando meu crescimento natural. Em minha infância, tive notícia de sua existência. Na juventude, meu primeiro Amor por Cristo foi influenciado por sua vida piedosa. Na maturidade, quando comecei a me aprofundar nos estudos da Palavra, descobri que Daniel não era mencionado apenas no livro que leva seu nome, mas também no texto acima transcrito. Falemos, pois, um pouco desses três momentos.

No escrito 033 PALAVRAS, eu menciono aquele primeiro contato com Daniel: “Àquela altura da vida, adolescente, eu tinha lido alguns livros inteiros da Bíblia. Certamente com muita atenção Atos, Jonas e Daniel, porque havíamos participado uns anos antes, os jovens da igreja, de uma competição de perguntas e respostas. Com 10, 11 anos de idade, eu estava nessa. Praticamente decoramos os livros inteiros, todos os detalhes. E justo a menor igreja do presbitério, aquela com menos membros, venceu. Individualmente, contribuí bastante naquela ocasião. Tempos em que eu ainda tinha uma boa memória”.

Então eu ali, do “alto” dos meus 10 anos, lendo e relendo o livro de Daniel, uma vez após a outra, imaginando todas as perguntas possíveis que poderiam ser feitas na competição. O fato de terem sido levados cativos; os manjares do rei e a recusa de Daniel e seus três amigos em consumi-los; os novos nomes que receberam na Babilônia; as revelações e interpretações dos sonhos de Nabucodonosor; a colocação de Daniel como um governante importante em terra estrangeira; o sonho da grande árvore; os sete tempos de Nabucodonosor em meio às feras do campo; os amigos de Daniel na fornalha; o quarto homem em meio ao fogo; a fidelidade de Daniel em sua vida de oração e clamores ao Senhor; a interpretação da escrita na parede, vista pelo rei Belsazar; a noite passada em meio aos leões, já nos tempos de Dario. Tudo isso nos capítulos 1 a 6 do livro, parte mais focada em fatos ocorridos naqueles idos de 605 a 539 a.C., aproximadamente. Daniel tornou-se, desde logo, um dos meus personagens bíblicos favoritos, ladeado por José e Davi.

Vida que segue, e uns 5 ou 6 anos depois eu volto a ter a figura de Daniel bem presente no meu dia a dia. Escrito 032 ON THE ROCK: “Então pense: 1991. O disco do momento de Petra era Beyond Belief, considerado até hoje o melhor álbum da banda; Whitecross com In The Kingdom; Oficina G3 com Nada é tão Novo, Nada é tão Velho; Resgate com Vida, Jesus & Rock´n´Roll”. Então chega 1993, e com ele uma “bomba” na minha vida: NOVOS RUMOS, segundo álbum da Banda Resgate. Faixa número 1: DANIEL.

Pense! O carinha de 16 anos, totalmente apaixonado por Cristo, de repente se depara com aquela música incrível, que tocava sem parar no DVD player:

SE PROSTRAR TODO DIA

E PROVAR SER FIEL

SER LANÇADO NA COVA

SAIR ILESO COMO DANIEL

Meu segundo momento com Daniel ocorreu numa das fases mais lindas da minha vida. Eu queria ser como ele. Prostrar-me todos os dias e ser fiel a Deus. Horas e horas investidas na Palavra, onde eu sabia que conheceria mais do meu Senhor. Orando sempre. As lutas naturais da adolescência (entenda-se: hormônios a mil rs) e vamos que vamos. Que tempo gostoso de lembrar.

Vida seguindo, então lá pelos meus trinta e poucos anos – não consigo precisar exatamente o terceiro momento – numa das minhas leituras bíblicas eu me dou conta dos versos da Bíblia que abrem este escrito. “Caraaaca, que massa! Noé, Daniel e Jó aparecem no livro de Ezequiel!” Eu seguramente tinha lido aquele texto algumas vezes, mas sabe como é... nem sempre os olhos estão atentos aos detalhes e às riquezas da Palavra. Certamente, porque em algumas leituras foi só desatenção mesmo, e com certeza noutras eu estava mais focado em cumprir a meta diária de capítulos lidos. Até que chega um tempo em que você se desliga de metas e performances, entende que mais importante do que ostentar “X mil” páginas lidas por ano, é saber que aprendeu algo de verdade; ter a convicção de que a Palavra entrou em você e gerou vida. Eu estava nesse momento, quando do meu terceiro tempo com Daniel.


Daniel. O que falar de Daniel?

O que teria visto Deus na vida dele, de tão especial, que chamou a atenção do Senhor da Glória? Afinal, não é pouca coisa o que foi escrito no livro de Ezequiel. Deus dizendo que em uma nação inteira não encontrava RETIDÃO que se igualasse aos modos de viver daqueles três homens. Homens que viveram em períodos bem distanciados uns dos outros. Noé, segundo algumas estimativas de cronologia bíblica, por volta de 2500 a.C; Jó, 1900 a. C; Daniel em 500 e poucos anos a. C. Os mais retos e justos de suas gerações, seria possível dizer.

Mas voltando à pergunta, ouso dizer uma resposta: O QUE TANTO CHAMOU A ATENÇÃO DE DEUS EM DANIEL FOI SUA ATITUDE PERMANENTE E INTRANSIGENTE DE ACHEGAR-SE AO SENHOR; SEU POSICIONAMENTO.

Sujeitai-vos, pois, a Deus, resisti ao diabo, e ele fugirá de vós. CHEGAI-VOS A DEUS, E ELE SE CHEGARÁ A VÓS. Alimpai as mãos, pecadores; e, vós de duplo ânimo, purificai os corações. Senti as vossas misérias, e lamentai e chorai; converta-se o vosso riso em pranto, e o vosso gozo em tristeza. Humilhai-vos perante o Senhor, e ele vos exaltará (Tiago 4:7-10)

Esta CHAVE importantíssima para a vida cristã eu aprendi uns anos atrás numa ministração do Pr. Luciano Subirá. Aliás, mais um texto que a gente leu trocentas vezes na vida, estava sempre ali, mas faltava enxergar o óbvio: DEUS NÃO FAZ ACEPÇÃO DE PESSOAS, MAS FAZ ACEPÇÃO DE ATITUDES. “Nossa, parece que fulano é o queridinho de Deus! Em tudo ele é abençoado”. Hummm... será? Vamos olhar direito. Seguramente (sim, seguramente!) encontraremos uma atitude intencional de aproximação com o Senhor. Deus aprecia essa atitude. Deus distingue essa atitude. E isto é justo, carrega um princípio.

Daniel viveu assim.

Lá no capítulo primeiro de Daniel, que menciona a tomada do reino de Judá por Nabucodonosor, o envio dos tesouros e utensílios do templo do Senhor para um templo pagão em Sinear e, por fim, a leva de jovens da nobreza israelita para serem alimentados e instruídos na Babilônia, desde o primeiro momento vemos o nítido posicionamento de Daniel e de seus três grandes amigos, Hananias, Misael e Asarias.

Daniel, contudo, decidiu não se tornar impuro com a comida e com o vinho do rei, e pediu ao chefe dos oficiais permissão para se abster deles. (Daniel 1:8)

Imagine o contexto. Um jovem, que embora fosse da nobreza israelita – ou seja, deveria conhecer algum conforto e abastança material –, de repente se vê levado para uma nação mais poderosa que a sua. Via de regra, a história dos povos mostra que isso nunca era bom. Essas pessoas normalmente eram escravizadas e passavam um restante de vida terrível. Mas olhe só, Daniel e seus amigos não foram levados para serem destruídos em minas ou trabalhos forçados. Bem ao contrário: “Depois o rei ordenou a Aspenaz, o chefe dos oficiais de sua corte, que trouxesse alguns dos israelitas da família real e da nobreza: jovens sem defeito físico, de boa aparência, cultos, inteligentes, que dominassem os vários campos do conhecimento e fossem capacitados para servir no palácio do rei. Ele deveria ensinar-lhes a língua e a literatura dos babilônios. De sua própria mesa, o rei designou-lhes uma porção diária de comida e de vinho. Eles receberiam um treinamento durante três anos e depois disso passariam a servir o rei” (Daniel 1:3-5)

Que proposta, heim!

Imagine você, que já poderia se considerar de uma elite em sua terra, sendo levado para um país mais rico e poderoso que o seu, para 3 anos de acesso a tudo de melhor que por lá houvesse, em termos de ciência, bens materiais, alimentos... e no final ainda ter uma bela vaga bem perto do manda-chuva top das galáxias. Quem não quer?

Daniel não quis.

Normalmente um jovem seria seduzido por todo aquele PACOTE DE BENEFÍCIOS BABILÔNICO. Galera, repito! Ele não estava sendo levado para quebrar pedras ou cavar minas sujas nas profundezas da terra. Não, não. A ele foi proposto ter acesso a tudo de bom e do melhor que o mundo tinha naqueles idos de 600 a.C. Mas ele não quis. Mesmo sendo jovem, não quis. Tenho certeza de que aquele pacote continha muito ouro, muita prata, acesso a lugares incríveis, documentos raros, quem sabe alguns prazeres físicos, seguramente barriga cheia com tudo de bom o de melhor, vinhos da adega do próprio rei. Não era pouco. Quem não iria querer?

Creio que Daniel não quis porque ele sabia, mesmo muito jovem, que aquelas coisas com aparência boa não eram para ele. Eram impuras. Não fosse assim, então porque estaria escrito que ele “decidiu não se tornar impuro com...”. Ele sabia disso, porque conhecia o seu Deus, suas leis, tudo aquilo que seu povo deveria seguir. A armadilha não o pegou. A sedução das riquezas, do conhecimento mundano, dos prazeres e sabores babilônicos, não o pegaram desprevenido. Ele sabia quem era. Ali não era seu lugar. Aquelas coisas não tinham a ver com ele. Estava em Sinear contra sua vontade. Escravizado para ter acesso a tudo de bom e do melhor. Mas nem tudo que reluz é bom.

Não! Obrigado.

Daniel estava muito bem posicionado. Ele DECIDIU não se tornar impuro. Não foi por medo do inferno, ou só porque estava escrito na Lei de Moisés. Ele conhecia o seu Deus, tinha relacionamento com Ele. Achegou-se. E assim atraiu a Presença e a benção para perto de si. “E Deus fez com que o homem fosse bondoso para com Daniel e tivesse a simpatia por ele” (Daniel 1:9). Não, ele não era um queridinho de Deus. Porque o Senhor não faz acepção de pessoas, mas seguramente distinguiu Daniel e seus amigos de todos os outros, porque eles decidiram ser fiéis.

Fato isolado? Não, não. A aventura dos nobres israelitas na Babilônia estava apenas começando. Anos depois, viriam o confronto sobre o culto à estátua de ouro de Nabucodonosor, e o decreto de Dario para que ninguém orasse a qualquer outro deus, exceto ao próprio rei. O sarrafo foi sendo colocado mais a mais alto. Num primeiro momento, “apenas” comer e ter acesso a coisas que os tornariam impuros. Depois, colocados diante de morte certa, se não adorassem a uma imagem e, enfim, prestassem culto a um mero homem, que se colocava como deus.

Não! Obrigado. Preferimos morrer.

Sadraque, Mesaque e Abede-Nego responderam ao rei: ‘Ó Nabucodonosor, não precisamos defender-nos diante de ti. Se formos atirados na fornalha em chamas, o Deus a quem prestamos culto pode livrar-nos, e ele nos livrará das tuas mãos. Mas, se ele não nos livrar, saiba, ó rei, que não prestaremos culto aos teus deuses nem adoraremos a imagem de ouro que mandaste erguer. (Daniel 3:16-18)

Quando Daniel soube que o decreto tinha sido publicado, foi para casa, para o seu quarto, no andar de cima, cujas janelas davam para Jerusalém e ali fez o que costumava fazer: três vezes por dia ele se ajoelhava e orava, agradecendo ao seu Deus. (Daniel 6:10)

Que homens admiráveis! Que inspiração.

 

Se prostrar todo dia, e prova ser fiel. Ser lançado na cova, sair ileso como Daniel...


Eu “garrei” um amor pelo exemplo daquele jovem, que quis me tornar como ele. Infelizmente, não consegui. Tropecei muitas vezes. Diferentemente do relato sobre a vida de Daniel, em cujas linhas não encontramos uma única palavra de desabono, eu tive minhas fases ruins. Desobediência. Infidelidade. Vida de chiqueiro (escrito 018 SEMPRE NA CASA DO PAI). Mas:


As misericórdias do Senhor são a causa de não sermos consumidos, porque as suas misericórdias não têm fim; novas são a cada manhã; grande é a tua fidelidade. (Lamentações 3:22-23)


Quisera eu ter vivido uma vida irrepreensível como a de Daniel, ao ponto de ser dito de mim, pelo Senhor da Glória, que Ele não via retidão igual em toda a nação. De Daniel não foi dito isso por ser um queridinho, mas porque ele mereceu. Ele foi distinguido por sua atitude radical e intransigente de obediência e amor ao seu Deus. Veio sua recompensa. Um reconhecimento do Alto por seu posicionamento.


Não por outra razão, é dito de:


Abraão ter sido o Pai da Fé;


Moisés, o maior Profeta que existiu;


Davi, um homem segundo o coração de Deus;


Elias, subindo para o Pai numa carruagem de fogo;


João Batista, o maior entre os nascidos de mulher.


Estou certo de que não nasceram com carimbo de queridinhos do Pai. Não, não. Eles se distinguiram na multidão, por suas atitudes e posicionamentos. Eles se achegaram a Deus, cada um no seu tempo, cada um a seu modo, e o Senhor se achegou a eles.


Seriam apenas histórias para nos inspirar? Poderíamos alcançar lugares assim? Ou essas expressões diferenciadas teriam ficado num passado distante? Poderia um cara com uma vida pregressa de chiqueiro ouvir, agora, coisas maravilhosas do Senhor a seu respeito?


Não crer nisso, seria desgraçadamente desconsiderar a eficácia do pleno perdão que há no sangue de Jesus. Isso mesmo. Deus não nos perdoa com um (*) asterisco para registro de coisas feias que sempre estarão ali para nos acusar. Ele perdoa mesmo, se do lado de cá há arrependimento. Seu perdão “zera” tudo. Vestes brancas. Sandália nos pés. Anel de autoridade no dedo. Cabeça levantada. Qualquer coisa diferente disso, sinto muito, mas nada tem a ver com o poder que há no sangue de Jesus.


Vez por outra, se me pego acreditando que não são para mim os lugares incríveis que foram pisados por aqueles homens de Deus, que vieram antes de mim, trato de descartar este sofisma o mais rapidamente possível. Por mim mesmo, não piso lugar nenhum. Por Ele e para Ele, que lugar seria elevado demais para os meus pés? Eis outra chave: NÃO É POR NÓS, MAS APESAR DE NÓS. TUDO TEM A VER COM ELE.

 

Eu quero andar

Eu quero ir

Nada pode impedir esses meus pés

 

Eu quero ver

E percorrer

Um território eu vou sentir sob os meus pés

 

Não só por humildade que meus pés Ele lavou

Foi uma marca e uma cura que me empurra

E eu digo: Sai, que agora eu quero andar!!!

Sai, que agora eu quero andar!

 

Eu vou entrar

Eu vou sair

Eu esmaguei uma serpente com os meus pés

 

Agora eu sei

Que vou subir

Ele subiu e eu vi a planta dos seus pés

 

Não só por humildade que meus pés Ele lavou

Foi uma marca e uma cura que me empurra

E eu digo: Sai, que agora eu quero andar!!!

Sai, que agora eu quero andar!

 

A coisa que eu mais gosto na minha vida é andar pra Jesus

Eu posso ir pra África

Eu posso ir pra Portugal

Eu posso ir pra qualquer lugar

Mas eu quero andar pra Jesus!

Eu quero andar no meio do povo

Eu quero glorificar a Deus

Eu quero ser cheio do Espírito Santo

Eu quero ser um homem de Deus

Eu tenho liberdade para caminhar!

Ele está destruindo as obras do diabo através dos seus pés que ficaram aqui na terra

São os pés apostólicos da sua igreja!

E a obra dele vai ser realizada com poder e grande glória!!!

 

Não só por humildade que meus pés Ele lavou

Foi uma marca e uma cura que me empurra

E eu digo: Sai, que agora eu quero andar!!!

Sai, que agora eu quero andar!


Meus pés. Resgate. 2005-2006, ano de gravação do álbum “Até eu Envelhecer”.


Mais uma vez minha banda nacional favorita me presenteando os ouvidos com uma mensagem libertadora: FOI UMA MARCA E UMA CURA QUE ME EMPURA... SAI, QUE AGORA EU QUERO ANDAR!


É possível, sim.


Andar na retidão de Daniel.


Andar na fé de Abraão.


Andar no profético de Moisés.


Andar sendo um homem segundo o coração de Deus, como Davi.


Andar e subir em carruagens de fogo, como Elias.


Andar preparando o caminho para a chegada do Messias, como João Batista.


Na verdade, na verdade vos digo que aquele que crê em mim também fará as obras que eu faço, e as fará maiores do que estas, porque eu vou para meu Pai. (João 14:12)


Sem queridinhos. Homens como nós, mas muito, muito posicionados.


Elias era homem sujeito às mesmas paixões que nós e, orando, pediu que não chovesse e, por três anos e seis meses, não choveu sobre a terra. (Tiago 5:17)


Basta achegar-se a Deus. Posicionar-se. Radicalizar mesmo. Nesta história não prosperam os meia-sola.


Quem não é comigo é contra mim; e quem comigo não ajunta, espalha. (Mateus 12:30)


Tudo ou nada, como eu disse na parte final do escrito 045 LETRINHAS PEQUENAS.


“Nossa, o Fer anda tão radical ultimamente. Que bicho será que o mordeu?”

 

Bora andar comigo, que você logo estará neste acelero também. Posicionado! Sai, que agora eu quero andar.

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